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	<title>Chapeleiro</title>
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		<title>Chapeleiro</title>
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		<title>Então é Halloween</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[existencialismo barato]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegado o Halloween, junto com as tradicionais festas, pipocam os artigos onde se condena a festa americana, comercial, imposta a nossos filhos, que tortura e apequena nossa cultura pátria. A identidade nacional teria que ser defendida contra tamanho absurdo, e deveríamos priorizar as festas tipicamente brasileiras. Festas tipicamente brasileiras? Carnaval, Natal (juntemos os dois e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=216&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/Halloween.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">Chegado o Halloween, junto com as tradicionais festas, pipocam os artigos onde se condena a festa americana, comercial, imposta a nossos filhos, que tortura e apequena nossa cultura pátria. A identidade nacional teria que ser defendida contra tamanho absurdo, e deveríamos priorizar as festas tipicamente brasileiras.</p>
<p style="text-align:justify;">Festas tipicamente brasileiras?</p>
<p style="text-align:justify;">Carnaval, Natal (juntemos os dois e teremos&#8230; Carnatal?) e trocentas outras festividades que parem a &#8220;cara do nosso país&#8221; tem origens bem diversas, e muitas vezes em além mar. Incorporamos, ao longo dos séculos, festas e eventos tipicamente europeus, africanos e asiáticos, religiosos ou pagãos, os misturamos um pouco e demos-lhes uns matizes diferenciados, os transformando em &#8220;tipicamente brasileiros&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Claro que não tenho autoridade profissional para falar do assunto, mas no meu esforço para dar pitacos em tudo (algo que talvez seja mais tipicamente brasileiro que qualquer outra coisa), compreendo que nossa cultura jamais foi fechada (como advogam alguns nacionalistas com vozes altas e textos em caixa alta), tampouco foi fruto de um processo mecânico de &#8220;cópia e cola&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Absorvemos bastante de quem aqui veio procurar abrigo e futuro, modificamos igualmente muito. Somos uma nação de retalhos, muitos dos quais &#8220;made in qualquer lugar no mundo&#8221;. Claro que temos que definir um rosto nacional, mas esse rosto nacional não é, nem nunca foi, desprovido de olhos para enxergar os demais.</p>
<p style="text-align:justify;">O que diferencia o Halloween destas festas &#8220;tipicamente nacionais&#8221; é que sua absorção pela sociedade brasileira é mais recente e ainda a vemos acontecer. Com o tempo, será moldada a nosso jeito. E, desde logo, já tem características excessivamente comerciais, o que se verifica (infelizmente? Talvez) em praticamente todas as datas destacadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo em seus locais de origem não se leva mais a sério o Dia das Bruxas como evento para proteger as crianças nas vésperas de todos os santos, disfarçando-as de demônios. Hoje, só temos crianças fantasiadas de seus desenhos favoritos (ou servindo de projeção dos desejos dos pais &#8211; o normal, o normal&#8230;) e adultos virando crianças novamente, com fantasias de seus desenhos (filmes, séries, qualquer coisa&#8230;) preferidos. Mas com direito a álcool. Muito álcool.</p>
<p style="text-align:justify;">O Halloween é mais uma oportunidade de se divertir. Criticável como qualquer coisa que exista, principalmente quando hajam excessos, mas que não merece ser levado tão a sério.</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/existencialismo-barato/'>existencialismo barato</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/216/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=216&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Steve Jobs</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 12:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[existencialismo barato]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/Jobs.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">Não há como negar o impacto de Steve Jobs. Falecido nesta semana, após uma longa batalha contra o câncer, Jobs foi um gênio por ter levado ao público consumidor o trabalho de outros gênios, por ter retornado (para o bem e para o mal) o consumismo ao glamour de décadas passadas, trazendo novamente uma conexão emocional entre produto e um público que se gabava por estar vacinado quanto a esta feitiçaria do capitalismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Claro, um homem falho, considerado um empresários implacável e quase vilanesco (não era esse o Bill Gates? Sempre me esqueço quem é o supervilão da vez), mas que deixa um legado expressivo. Mas, para a criança que está aqui escrevendo, um dos maiores legados de Jobs, se não o maior, será a Pixar.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante a década de 80, o maior nome da Apple saiu de sua empresa (ou foi chutado, que seja) e aventurou-se por novas áreas, como quando comprou um pequeno departamento de animação da Lucasfilm e andou pelo mundo da animação computadorizada.</p>
<p style="text-align:justify;">Jobs acreditou em John Lasseter e sua turma, acreditou que um bom filme se construía não só com avanços tecnológicos chamativos, mas com esmero estético ímpar e preocupação com sua trama, uma história que envolvesse tanto crianças quanto adultos.</p>
<p style="text-align:justify;">Se os produtos da Apple atingiram o mundo reavivando o desejo consumista (chegando às raias de quase religião, separando muitas pessoas entre fiéis e odiadores) e facilitando a conexão entre as pessoas, os da Pixar atingiram-nos de outra maneira: nos transformando novamente em crianças, com uma magia que há muito não se via no cinema, talvez desde os tempos áureos da Disney.</p>
<p style="text-align:justify;">Como Érico Borgo, editor do <a href="http://omelete.com.br" target="_blank">Omelete</a>, comentou no twitter, esta comoção em torno de sua morte mostra que o mundo já é cyberpunk. Mas também mostra que, como sempre na história humana, precisamos de ídolos e os construímos, idealizações em cima de pessoas (cujas naturezas cheias de áreas cinzas vão sendo apagadas com o tempo) que representaram os valores cultuados de uma época. Jobs representou inovação, em um mundo desesperado por substituir o velho pelo novo, mas que acaba por sempre fazer releituras deste velho.</p>
<p style="text-align:justify;">Jobs, claro, deve ser analisado como todo homem, com seus defeitos e qualidades. Mas, neste momento, talvez possamos esquecer um pouco do cinismo que parece obrigatório em nossa geração e bater palmas a um homem que soube escrever seu nome na história, nem que seja na nossa história particular.</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/existencialismo-barato/'>existencialismo barato</a>, <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/filmes/'>filmes</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/203/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=203&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O retorno de Arrested Development</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 12:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das melhores comédias que já foram exibidas, aclamada pela crítica, Arrested Development foi vítima de um mal que assola parte dos melhores programas da TV americana, como Community e Fringe: o próprio público americano. Com apenas três temporadas, o programa foi cancelado e, desde então, os fãs nutrem a esperança de ver a série [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=198&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/Arrested.jpg" alt="Arrested Development" /></p>
<p style="text-align:justify;">Uma das melhores comédias que já foram exibidas, aclamada pela crítica, <strong>Arrested Development</strong> foi vítima de um mal que assola parte dos melhores programas da TV americana, como Community e Fringe: <strong>o próprio público americano</strong>. Com apenas três temporadas, o programa foi cancelado e, desde então, os fãs nutrem a esperança de ver a série ganhar as telonas. O que está bem mais próximo de acontecer.</p>
<p style="text-align:justify;">No Festival de Nova York, neste final de semana, foi anunciado que a série retornará para uma temporada de nove a dez episódios, onde serão contados os últimos cinco anos de cada um de seus personagens, ou seja, o inferno em que eles se meteram desde seu cancelamento. A intenção do criador do programa, Mitch Hurwitz, é reintroduzí-los ao público e preparar o caminho para o longa-metragem.</p>
<p style="text-align:justify;">Gravada ao estilo Mockumentary, como The Office, Arrested Development contava com roteiros certeiros e elenco afiadíssimo com nomes como <strong>Jason Bateman, Will Arnett, Michael Cera e Jeffrey Tambor</strong>. A trama gira em torno da disfuncional família Bluth e a prisão de seu corrupto patriarca (Tambor), quando a responsabilidade de recolocar todos nos trilhos acaba caindo no colo do bonzinho Michael (Bateman).</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/tv/'>TV</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=198&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Adele &#8211; Someone Like You</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 00:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Adele]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns a consideram uma das melhores cantoras da atualidade, enquanto para outros Adele é superestimada, fruto de mais um dos hypes exagerados que só a internet pode criar. Nem ao céu, nem ao inferno. Dona de uma voz bastante confortável aos ouvidos, Adele não é fenomenal, mas me foi uma das melhores surpresas recentes, junto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=190&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Alguns a consideram uma das melhores cantoras da atualidade, enquanto para outros Adele é superestimada, fruto de mais um dos hypes exagerados que só a internet pode criar. Nem ao céu, nem ao inferno. Dona de uma voz bastante confortável aos ouvidos, Adele não é fenomenal, mas me foi uma das melhores surpresas recentes, junto à elétrica <a href="http://youtu.be/pwnefUaKCbc">Janelle</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Eis que foi divulgado o clipe de mais um single de Adele, Someone Like You. Bom proveito.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://chapeleiro.wordpress.com/2011/09/29/adele-someone-like-you/"><img src="http://img.youtube.com/vi/hLQl3WQQoQ0/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>PS: Bom lembrar que não tenho a mínima habilidade para ser crítico musical, e toda e qualquer opinião aqui publicada é reflexo dos meus gostos pessoais.</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/musica/'>música</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/190/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=190&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Árvore da vida</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 12:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Terrence Malick]]></category>

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		<description><![CDATA[Assisti ao novo longa de Terrence Malick com um misto de expectativa, por tantos elogios que li e ouvi, e apreensão, pois estes mesmos elogios transpareciam que A Árvore da Vida era um filme extremamente ambicioso, ao querer tratar da vida, do Big Bang ao fim do universo. Ao final da sessão (acertadamente com amigos), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=180&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/arvoredavida.jpg" alt="A Árvore da Vida" /></p>
<p style="text-align:justify;">Assisti ao novo longa de <strong>Terrence Malick</strong> com um misto de expectativa, por tantos elogios que li e ouvi, e apreensão, pois estes mesmos elogios transpareciam que <strong>A Árvore da Vida</strong> era um filme extremamente ambicioso, ao querer tratar da vida, do Big Bang ao fim do universo. Ao final da sessão (acertadamente com amigos), restou a certeza que o longa cumpria sua real vocação: não ser uma reflexão fechada sobre seu tema, mas tão somente uma instigação à reflexão.</p>
<p style="text-align:justify;">O longa inicia traçando um paralelo entre a graça, que ama generosamente, e a natureza, implacável e que exige veneração. Um paralelismo dicotômico que se estende por todo o filme, como através dos personagens de <strong>Brad Pitt</strong> (o pai) e <strong>Jessica Chastain</strong> (a mãe) (ótimas interpretações, aliás).</p>
<p style="text-align:justify;">Estas diferenças, no entanto, não servem a uma ideologia pessoal do diretor, que as oferece aos espectadores como ferramentas para que eles as usem em suas próprias reflexões. Reflexões estas que devem ser direcionadas a dois elementos: a vida e Deus (D&#8217;eus, deus, deuses, a gosto de cada um).</p>
<p style="text-align:justify;">Mas não há a negativa de Deus, e sim o <strong>questionamento</strong>, novamente em posições dicotômicas que ficam a cargo do espectador: o pensamento humanista x o pensamento religioso, fé pura x dogmática religiosa (a Igreja enquanto instituição), o lado bom de Deus x o lado autoritário de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo isso se dá analisando a posição autoritária e impositiva de regras do personagem de Pitt, mas que acaba se dando pelo amor que ele tem pelos filhos (e da decorrente preocupação de educá-los de acordo com a sua própria visão de boa educação), e a posição mais carinhosa e despida de normas da personagem de Chastain.</p>
<p style="text-align:justify;">Os constantes conflitos entre os dois, e a também constante procura de harmonização, são um perfeito retrato de como a nossa sociedade e a religião (e as idéias de fé, regras, secularismo, Deus bom e Deus autoritário, dentro da religião) se dão, uma interdependência firmada há muito tempo e, desde então, nunca tranquila.</p>
<p style="text-align:justify;">Note-se como, em alguns momentos, a mãe ameaça os filhos contar suas transgressões ao pai (evocando o poder deste como instrumento de coerção) ou (num dos momentos mais marcantes) o filho mais velho (que, quando adulto, é interpretado por um <strong>Sean Penn</strong> sereno, mas aparentemente atormentado pelas perdas do passado), que está em constante conflito com o pai (a religião ou o dogma ou o Deus autoritário), reclama com este que está se tornando parecido com ele, enquanto gostaria de se assemelhar à mãe. Boa parte da trama se foca neste conflito entre pai e filho (com o filho chegando a desejar a ausência, ou até mesmo a morte, do pai). Exemplos da <strong>relação homem/Igreja/Deus</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">O questionamento de Deus também está presente quando um personagem perde um ente querido (não darei mais spoilers que isso) e pergunta a razão disto. Foi um plano de Deus, um presente que ele tirou (após ter dado), a ausência de um Deus (ou a ausência de sua atenção) ou o simples desenrolar da vida? Todas estas hipóteses são ventiladas por diversos personagens para, então, o espectador ser bombardeado com o espetáculo da criação do universo, do Big Bang aos dinossauros, algo tão grandioso que ajuda a colocar estas perguntas/respostas em perspectiva. Novamente, cabe a este espectador escolher uma delas.</p>
<p style="text-align:justify;">Se firmando como uma experiência &#8220;religiosa&#8221; singular (onde, ao contrário da experiência religiosa tradicional, a contemplação traz mais dúvidas que certezas), A Árvore da Vida é um saudável convite ao questionamento. Qualquer fé (seja quanto à existência de Deus, sua inexistência, ou quanto à sua forma) não pode se dar sem este questionamento, que deve ser constante.</p>
<p style="text-align:justify;">No final, a única certeza do longa é que não há nada tão belo (ou complexo) quanto a vida, e que somos todos um pequeno reflexo, seja da sociedade, seja do universo, seja de Deus (aos que acreditarem).</p>
<p style="text-align:justify;">PS: Para o horror de qualquer cinéfilo puritano, recomendo que se converse durante a exibição do longa (que permite essa &#8220;heresia&#8221;). E depois. Durante muito tempo depois.</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/filmes/'>filmes</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=180&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Luiz Felipe Neto</media:title>
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			<media:title type="html">A Árvore da Vida</media:title>
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	</item>
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		<title>How I Met Your Mother</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 18:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[How I Met Your Mother]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Segel]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Patrick Harris]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas temporadas após estrear como uma ótima comédia, How I Met Your Mother teve um grande desgaste (na época, o chatíssimo arco dramático em que Ted foi abandonado no altar), tentando se recuperar desde então. Boa parte da qualidade da série está nos ótimos alívios cômicos que são os personagens de Neil Patrick Harris e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=165&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/HIMYM-1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">Algumas temporadas após estrear como uma ótima comédia, How I Met Your Mother teve um grande desgaste (na época, o chatíssimo arco dramático em que Ted foi abandonado no altar), tentando se recuperar desde então.</p>
<p style="text-align:justify;">Boa parte da qualidade da série está nos ótimos alívios cômicos que são os personagens de Neil Patrick Harris e Jason Segel, na suspensão de descrença peculiar que é autorizada pelo programa ser um compêndio de memórias de Ted (portanto, com histórias tendo que respeitar um realismo básico, mas com inúmeras licenças poéticas decorrentes do subjetivismo do personagem), além de um roteiro rápido e descompromissado, que resvala no sentimentalismo e não se prende a ele.</p>
<p style="text-align:justify;">O programa vai derrapa justamente quando esquece essas premissas, e o resultado foram algumas temporadas encharcadas de sentimentalismo, situações arrastadas (alguns arcos, como o de Zoey, última namorada de Ted, começaram bem, mas duraram muito além do necessário) e alguns personagens desinteressantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora já seja o terceiro episódio desta sétima temporada e ainda seja um capítulo de apresentação das tramas que vão se desenvolver pelo ano, &#8220;Duck Tie&#8221; reúne todos aqueles bons elementos, além de uma sintonia de elenco que já é mais que esperada em tantos anos, e a volta de um outro diferencial da série: a narrativa não-linear que tanto se fez presente na primeira temporada.</p>
<p style="text-align:justify;">Aparando as últimas arestas de um arco fechado a anos, este episódio também lançou um gancho final que pode significar um novo salto do tubarão para a série ou, caso os produtores saibam o que estão fazendo, pode significar o início do fechamento da história e aparar mais algumas arestas deixadas por plots anteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de ficar mais que claro que o foco da série foi contar a história dos amigos de Ted do que propriamente como ele conheceu a mãe de seus filhos (apesar de começar a dar avanços significativos para este encontro), How I Met Your Mother volta a me empolgar. Esperemos pelo que vem por aí.</p>
<p style="text-align:justify;">PS: Martin Short apareceu no segundo episódio desta temporada, uma excelente adição ao elenco.</p>
<p style="text-align:justify;">PPS: Salto de tubarão é uma expressão que designa aquele momento na série em que ela perde o rumo e começa a decair sua qualidade, em que perde sua magia e, em muitos casos, força um fim prematuro.</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/tv/'>TV</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=165&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Luiz Felipe Neto</media:title>
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		<title>Não me leve a sério demais, eu não levo</title>
		<link>http://chapeleiro.wordpress.com/2011/09/26/nao-me-leve-a-serio-demais-eu-nao-levo/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 21:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[- Oi, não recebi uma resposta do e-mail que te mandei com a petição em favor do Estado Palestino. - Ah, mesmo. Não respondi. O tempo curto, sabe como é&#8230; - Então, devo imaginar que você também não entrou no link e assinou a petição. - Pois é&#8230; não. - Então você é contra o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=154&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Oi, não recebi uma resposta do e-mail que te mandei com a petição em favor do Estado Palestino.</p>
<p>- Ah, mesmo. Não respondi. O tempo curto, sabe como é&#8230;</p>
<p>- Então, devo imaginar que você também não entrou no link e assinou a petição.</p>
<p>- Pois é&#8230; não.</p>
<p>- Então você é contra o Estado Palestino, é isso? Comprando a idéia dos judeus americanos de supremacia de Israel e&#8230;</p>
<p>- Como?</p>
<p>- Você é a favor do Estado de Israel e contrário ao povo palestino!</p>
<p>- Ah, era isso? Pensei que fosse para liberarem um novo app para o Iphone. Sabe, um app para acompanharmos as obras de um novo Estádio da Copa. O Estádio Palestino.</p>
<p>- Sabia que é por causa de engraçadinhos como você que os palestinos estão morrendo?</p>
<p>- Nossa. Não sabia que Israel estava utilizando minhas piadas como arma contra os Palestinos. Vou reclamar com o judeu mais próximo para resolver isso. Começar a cobrar royaltes deve dar conta.</p>
<p>- Você não está entendendo. Temos que nos unir e convencer o presidente dos Estados Unidos a abraçar a causa palestina.</p>
<p>- Como?</p>
<p>- Convencer Barack Obama a&#8230;</p>
<p>- Entendi. Posso repassar um e-mail de uma pessoa que, se assinar sua petição, certamente mudará a cabeça do chefão norte-americano.</p>
<p>- Ótimo!</p>
<p>- Anota aí: michele.obama@whitehouse.com</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/humor/'>humor</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/154/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=154&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Luiz Felipe Neto</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Lá e de volta outra vez</title>
		<link>http://chapeleiro.wordpress.com/2011/08/01/la-e-de-volta-outra-vez-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 12:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[existencialismo barato]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrever sempre foi um vício, daqueles que gera ansiedade em períodos de abstenção. Sinto uma necessidade patológica de opinar em tudo. Mais do que opinar, é uma necessidade de compartilhar impressões. Compartilho não por querer impor minha opinião para alguém, até porque sei que ela nunca fora pedida e dificilmente estará correta, já que carrega [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=142&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/OHobbitcpia.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">Escrever sempre foi um vício, daqueles que gera ansiedade em períodos de abstenção. Sinto uma <strong>necessidade patológica de opinar em tudo</strong>. Mais do que opinar, é uma necessidade de compartilhar impressões.</p>
<p style="text-align:justify;">Compartilho não por querer impor minha opinião para alguém, até porque sei que ela nunca fora pedida e dificilmente estará correta, já que carrega experiências pessoais, preconceitos e crenças próprios. Compartilho na esperança de que, em trocentas linhas, surja uma ideia original, um ponto de vista inexplorado.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-142"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Não inexplorado em toda a história humana, mas em um determinado momento. Não dá para ser de todo original, já inventaram quase tudo que poderia ser inventado. Nossas invenções são releituras. O <strong>iPad</strong> é uma releitura do seu caderno de papel. Uma &#8220;puta&#8221; de uma releitura, mas uma releitura. O caderno já havia sido releitura de alguma outra coisa numa linha de raciocínio que chega na pedra marcando a parede da caverna.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O Hobbit</strong> (sim, O Hobbit, do aclamado <strong>Tolkien</strong>) é uma releitura. Tolkien usou a jornada do herói, ao apresentar um personagem em um ambiente pacato, deslocá-lo para uma situação extravagante e trazê-lo de volta, modificado (algum dia escrevo sobre a jornada, uma espécie de formulazinha que permeia as melhores histórias desde a época em que o homem aprendeu a contá-las).</p>
<p style="text-align:justify;">Bilbo esteve lá e de volta outra vez.</p>
<p style="text-align:justify;">O tempo todo, nos envolvemos em projetos, saímos de nossa área de conforto e, quando eles acabam (eles eventualmente acabam), voltamos modificados. Saí do <a href="http://www.tarjapreta.org" target="_blank">Tarja Preta</a>, saí da blogsfera. Estou no Chapeleiro, estou na blogsfera. Eventualmente voltarei a escrever sobre as novidades da cultura pop. Eventualmente. Mas não aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste espaço, compartilharei minhas opiniões sobre tudo. Sobre filmes que vi, livros e quadrinhos que li, músicas que ouvi e pessoas que conheci. Em algum momento, sobre o que não vi, não li, não ouvi ou não conheci.</p>
<p style="text-align:justify;">Abraços, e boa leitura.</p>
<br />Filed under: <a href='http://chapeleiro.wordpress.com/category/existencialismo-barato/'>existencialismo barato</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/chapeleiro.wordpress.com/142/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/chapeleiro.wordpress.com/142/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=chapeleiro.wordpress.com&amp;blog=2226937&amp;post=142&amp;subd=chapeleiro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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